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BUQUÊ SUBULATA
Tiago Henrique - thvirtual.com
VELHOS TEMPOS
O trabalho fica matutando um objetivo
Você não recorda dos velhos tempos
O conforto rouba uma porção de coisas
E devolve com um sorriso
Parece-me estranho
O verão não é tão quente assim...
Estou distante
E você mais próximo de mim
Ser humano
Ser bendito
Ser o que eu não posso dizer
Mas até que eu acredito
Que teu coração possa mudar
E pulsar por coisas nobres
Me espere
As lógicas não entendem.
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ACREDITAR NO INVISÍVEL
Talvez você passe a vida imaginando como será o amanhã, talvez você viva o hoje, com a ansiedade de fatos que realmente te emocione. Mas, saiba que aquela velha história de viva hoje como se fosse o último dia, de fato se faz profunda, no entanto... não consigo respirar sem esperança, não consigo sobreviver sem pensar no depois.
O que me faz respirar é a certeza e a incerteza do agora, é tanto a fragilidade da vida, quanto a capacidade da mesma em fazer tudo totalmente como não esperamos, ou às vezes, exatamente como prevemos.
O que me faz esperar... É a convicção que pulsa dentro do meu peito mantendo a esperança, e a confiança dos meus sonhos. Certeza não posso ter, mas acredito, e é assim que vou vivendo.
> Texto: Tiago Henrique > Imagem: Cartão Postal do 14 Bis. Autor desconhecido. Extraído do site dominiopublico.gov.br
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JACQUES BREL
pt.wikepedia.org
foi um autor de canções, compositor e cantor belga francófono. Esteve ainda ligado ao cinema de língua francesa. Tornou-se internacionalmente conhecido pela música Ne me quitte pas, intepretada e composta por ele.
A carreira dos palcos
No início dos anos 50, não se entusiasmando pelo trabalho na fábrica de cartão do pai (dizia-se "encartonado" neste trabalho), continuou a escrever canções, que foi mostrando aos amigos, cantando-as pelos bares de Bruxelas.
A pequena mas sólida fama na sua terra natal proporcionou-lhe a gravação em 1953, do primeiro single, um 78 rpm, contendo as canções "Il y a" e "La foire". Persistente na sua ideia de fazer carreira com as suas canções, Brel deixou o emprego, a família e a sociedade burguesa de Bruxelas (que ele viria a retratar em "Les Bourgeois"). Ao tentar a sorte na capital francesa, conseguiu ao fim de algum tempo ser ouvido pelo descobridor de talentos Jacques Canetti (irmão de Elias Canetti, prêmio Nobel da literatura de 1981), sendo apresentado no célebre cabaré parisiense Les Trois Baudets, do próprio Canneti, onde pouco tempo antes havia atuado em grande estilo Georges Brassens. Em 1959 é convidado de honra do Bobino em Paris e é aplaudido em Bruxelas, cantando no "L’Ancienne Belgique" com Charles Aznavour.
Jacques Brel no youtube
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